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A inserção social dos homossexuais nos padrões de consumo - page 11 / 18

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Para ele, o mercado gay no Brasil, cada vez mais profissionalizado, é uma vantagem para essa classe minoritária, uma vez que aproxima as lutas pelos direitos civis dos seus consumidores.

De acordo com algumas pesquisas, estima-se que entre 4% e 8% da população ocidental adulta seja gay (SMALL, 1996). Acontece que esses dados devem ser analisados com cautela, uma vez que muitas pessoas não revelam sua verdadeira orientação sexual ou mentem e, os critérios para definir o que é homossexual variam conforme o estudo.

Hoje o estudo do tema é de tão importância que existem livrarias exclusivamente GLS, como a Futuro Infinito, que existia até 2003, em São Paulo e a livraria O Passado me Condena, no Rio de Janeiro. Existe também, desde 1998, edições GLS e grandes editoras têm selos específicos para esse público, como, por exemplo, a Record (com selo Contraluz), Rocco e Siciliano (com selo Mandarim).

A revista carioca “Sui Generis” e a paulista “G Magazine”, tratam exclusivamente do mercado gay. A primeira, conseguiu vender 30 mil exemplares, quantia igual à vendida pela revista Vogue, mas teve sua última edição em 2000. Surgiu, apesar da qualidade inferior a essas, a revista Homem, que existe desde 1997.

No ano de 1997, em São Paulo, foi realizada uma pequena pesquisa de campo e detectou-se que o mercado GLS brasileiro é parecido com o dos americanos, e que independentemente da classe social, os gays dariam muito valor à imagem, aparência e moda. (SOARES, 2000).

A empresa L2 Pesquisas e Comunicações, depois de realizar um pequeno estudo, percebeu que o movimento mercadológico para os homossexuais no Brasil ainda é recente e concentrado nas principais cidades, principalmente Rio

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