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A inserção social dos homossexuais nos padrões de consumo - page 7 / 18

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chamamos de identidade gay, com tudo o que ela implica em valores, atitudes, aspirações e emoções, que geram, conseqüentemente, um comportamento de consumo diferenciado. (2003, p.158).

Para a autora o que importa em uma pesquisa científica voltada ao público gay são os números de gays assumidos e não aqueles que têm relações “ocultas”. Assim, apesar de não sabermos a porcentagem exata de gays no Brasil, podemos analisar os que se auto-identificam gays e são esses que serão objetos de pesquisas.

No decorrer desse artigo utilizaremos termos como comportamento de consumo homossexual, mercado GLS, para designar o mercado Gay, nos Estados Unidos e no Brasil.

2.1 Nos Estados Unidos

Em 1968, nos Estados Unidos, foi realizada a primeira pesquisa sobre o consumidor gay, quando estudaram os leitores do jornal gay “The Advocate”. Mas, somente na década de 90, é que surgiram as principais pesquisas relacionadas com o tema, uma das mais importantes foi a realizada por uma dupla de agências norte-americanas (Simmons Market Research Bureau e Mulryan/Nash Advertising), em 1997.

Esse estudo recebeu o nome de “Gay and Lesbian Market Study” e concluiu que dos 4000 participantes gays, a renda média foi de U$ 3.000 mensais, onde a média da população norte-americana é de U$ 1.000 mensais, ou seja, nos EUA a renda dos gays é maior que a dos heterossexuais. Esses altos salários se devem a dois motivos: a) a maioria não tinham filhos e b) os homossexuais seriam

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