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automatização de comandos de computadores. Uma especial atenção está sendo dada para a possibilidade de utilização destas tecnologias para auxiliar alunos com necessidades especiais dentro da sala de aula.

CONCLUSÕES

Em seus quase quatro anos de existência, o Programa USP Legal tem sido efetivo nas políticas de acessibilidade para a comunidade uspiana, e desde o primeiro semestre de 2005, com a área de comunicação e pesquisa, começa a avançar nas políticas de inclusão digital de pessoas com deficiência e acesso à informação, validando, implementando e desenvolvendo tecnologias inclusivas. Há ainda a certeza de que estamos em um processo e de que faz-se necessária a difusão permanente de informação e sensibilização das pessoas sobre o tema da deficiência para que sejam eliminados os estigmas e preconceitos e se rume para uma sociedade realmente inclusiva.

REFERÊNCIAS

BUCKINGHAM, David. After the Death of Childhood. Growing Up in the Age of Electronic Media. Cambridge:  Polity Press, 2000.

TORRES, Elisabeth Fátima e MAZZONI, Alberto Angel. Conteúdos digitais multimídia: o foco na usabilidade e acessibilidade. Ci. Inf. 2004; 33; 2:152-160.

USP LEGAL. Orientação aos docentes sobre alunos com deficiência.

Disponível em: http://www.cecae.usp.br/ usplegal/acoes/publicacoes.asp Acesso em: 21 jun. 2005.

UNIVERSIDADE DO MINHO. Gabinete de Apoio ao Estudante com Deficiência. Sugestões de Apoio. Portugal, s.d. Disponível em:  http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabid=9&pageid=96&lang=pt-PT Acesso em: 26 mar. 2004.

VALENTE, José Armando. Liberando a Mente: Computadores na Educação Especial. Campinas: Editora da UNICAMP, 1991.

WAI – Web Accessibility Initiative. Web Content Accessibility Guidelines 2.0 - W3C Working Draft 30 June 2005. Disponível em: http://www.w3.org/WAI/ Acesso em: 30 jun. 2005.

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