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A representante da IFLA discorreu sobre a Cúpula Mundial da Informação (WSIS) que, por interferência da IFLA, incluiu temas como a aprendizagem vitalícia e o apoio a incapazes e deficientes, sobre o movimento dos telecentros, algumas atividades importantes de bibliotecas públicas e sobre as seções e publicações da organização voltadas aos cegos.  Estimulou a apresentação de projetos à IFLA, oportunidade raramente aproveitada pelo Brasil.

A representante do SENAC discorreu sobre a instituição completando 60 anos e alguns de seus programas atuais e sobre a função do espaço Braille da Biblioteca Central e seus equipamentos.

A representante da WIPO discorreu sobre a legislação internacional que rege o direito do autor sendo que sua palestra ocasionou muitas perguntas e observações quanto o escaneamento de livros, a disponibilidade de acervos digitalizados, e a prática de algumas bibliotecas. Em relação ao direito autoral abordou as convenções e tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, a legislação brasileira e de outros países.

O equilíbrio entre o direito do autor e as exceções aos deficientes deve ser mantido e a liberação de uma obra depende da relação comum entre os produtores e os usuários, sempre na dependência das partes envolvidas.

A inclusão digital como elemento facilitador do acesso à informação foi objeto de palestras, entre outros, de representantes da Defnet, Acessibilidade Brasil e da Prodam - Companhia de Processamento de Dados do Município. Entre os assuntos tratados incluem-se os referentes à legislação, ao trabalho de um deficiente visual em empresa de informática, o fator econômico como obstáculo à inclusão e a

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