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necessidade de mudanças sócio-econômicas que influenciarão o acesso a novas técnicas de comunicação. A questão de livros digitais e e.books provocou uma polêmica entre os presentes bem como a questão de Telecentros não adaptados ao deficiente visual tendo sido proposta, neste caso, seu fechamento.

Em relação ao sub-tema educação visando à integração social foram apresentados: o trabalho desenvolvido pelo CAP/Belo Horizonte em relação à formação de professores da rede pública de educação, a escola de informática e cidadania em parceria com o Comitê de Democratização da Informática e sobre o letramento. Os princípios de educação do deficiente visual, técnicas e programas da Fundação Dorina Nowill também foram apresentados e contamos na mesma mesa redonda com apresentação dos entraves para a educação, inclusive o do preconceito a ser vencido pela comunidade, a baixa escolaridade e a falta de educação profissional.

O representante da CORDE, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República discorreu sobre a legislação e os problemas de sua aplicação como a de professores não preparados, escolas que não querem matricular deficientes, sem esquecer da problemática para acessibilidade dos prédios que também foi lembrada pelo palestrante. Mencionou o Programa nacional do Livro Didático em Braille do MEC. Foi levantada pela plenária a existência de uma Comissão sobre o Livro Acessível, da Casa Civil da Presidência da República, cujos membros ainda não foram nomeados.

O sub-tema empregabilidade foi desenvolvido por representantes da Laramara, do IRIS - Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social, da Fundação Dorina Nowill e por uma representante em recursos humanos da CPFL – Companhia Paulista de Força e Luz.

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