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Os representantes da LARAMARA discorreram sobre a fundação, seus objetivos entre eles, a autonomia e independência do cego. Foram apresentados alguns dos seus programas e as possibilidades de empregabilidade com exemplos de cegos empregados na própria LARAMARA e em várias atividades em empresas. A frase “as melhores coisas da vida foram feitas para serem vistas com o coração” foi aplaudida em plenário.

Foram apresentadas as parcerias feitas pela organização e algumas diretrizes, como a necessidade de se positivar a imagem do deficiente visual e sobre o encontro da oportunidade com a pessoa qualificada, o que garante a empregabilidade.

A representante da IRIS, acompanhada de seu cão guia discorreu sobre sua carreira no Ministério Público/SP e sobre a Promotoria de Proteção à Pessoa com deficiência do mesmo. A instituição deverá lançar brevemente a Biblioteca Virtual Jurídica.

A deficiente visual da CPFL discorreu sobre a abertura de 50 vagas para a companhia e de sua divulgação e sobre o andamento do programa que demonstrou que a maioria dos deficientes provinha de famílias de baixa renda. Na empresa são feitas palestras sobre como conviver com os deficientes (todos os tipos) e destacou a necessidade de conhecimento pela comunidade do que é ser um deficiente.

Algumas perguntas foram feitas em relação à definição de revistas e títulos gravados pela Fundação Dorina Nowill, sendo que seu presidente esclareceu que a revista escolhida é a de maior circulação no país e que os livros considerados bestsellers estão disponíveis em duas semanas e discorreu sobre os livros recém digitalizados.

Na mesma ocasião, a Fundação Laramara informou que está envolvida com o Projeto Daisy no Brasil.

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