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“lousa” para trabalhar com esses alunos. Ela consiste em um retângulo de isopor grosso onde, com auxílio de uma folha impressa com o código Braille, vou escrevendo o conteúdo a ser transmitido com o uso de alfinetes. Esta “lousa” é preparada antes da aula, facilitando a explicação do conteúdo a ser tratado. Com ela é possível escrever na linguagem Braille.

O uso deste material facilita a tarefa de ensinar – aprender, porém, deve ficar evidente que, ao transcrever para o papel um exercício (usando a reglete ou uma máquina) o DV deve usar toda a simbologia Braille pertinente. Para isto é fundamental que o professor possua os códigos e símbolos padrões da escrita Braille para a sua disciplina e oriente o aluno quando for escrever.

Desde o início até agora, o trabalho já sofreu pequenas modificações na elaboração das peças. Iniciei colocando miçangas com cola branca. Desta maneira, a durabilidade das peças não é grande, pois as miçangas descolam, já que o deficiente fica o tempo todo passando os dedos sobre as peças. Mudei para “araldite”, mas, ao secar se contrai e muda um pouco a disposição das miçangas.

Outra dificuldade foi em relação ao tamanho e homogeneidade das contas: era precisa pré-selecioná-las para terem mais ou menos o mesmo tamanho. Finalmente cheguei ao alfinete. Primeiro usei na “lousa”. Tentei os de cabeça de vidro por supor que seriam melhores. A dificuldade: seu custo. Utilizei,

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