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então, os alfinetes comuns, porém de cabeça esférica, não plana. Eles foram os que melhor serviram. Outra modificação foi quanto ao “gabarito” para fixar os pontos - as primeiras peças foram quadriculadas com régua e, atualmente, com o auxílio do computador, consegui dispor os 6 pontos do padrão Braille nas dimensões das peças gerando uma matriz. Esta matriz é repetida no EVA e os pontos são obtidos com os alfinetes, cortados um a um. Uso cola branca rótulo azul e adesivo de contato para os ímãs.

Para que o material seja auto-instrucional falta idealizar uma caixa para guardar as pecinhas. A disposição das peças nesta caixa precisaria guardar uma certa lógica, como os linotipos, para que o deficiente visual pudesse manusear sozinho sua caixa. Como isto ainda não ocorre, o aluno solicita a peça que precisa e o professor a coloca em sua mão.

Com esse material, aprovado pelos alunos e por alguns especialistas em deficientes visuais, já foram trabalhados os seguintes temas: equação do 1º grau, sistemas do 1º grau, potência e produtos notáveis.

Atualmente a Sala de Reforço recebe três alunos deficientes visuais, dois cursando o ensino médio e um o ensino fundamental. A avaliação é contínua, pois o trabalho é individual e só se avança para o conteúdo posterior, quando se aprendeu o atual.

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