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A tecnoestrutura reúne os analistas e o seu pessoal burocrático de apoio, os quais servem a organização na medida em que afectam pela sua acção o trabalho dos outros. Encontram-se afastados do fluxo do trabalho operacional – concebem, planeiam, asseguram a formação dos operacionais, mas não executam trabalho operacional, directamente ligado à razão de ser da organização. Os analistas de controlo da tecnoestrutura efectuam fundamentalmente a padronização na organização.

O pessoal de apoio (funções logísticas) integra um grande número de unidades especializadas cuja razão de ser é dar apoio à organização, fora do fluxo de trabalho operacional.

Estes cinco elementos básicos têm uma dinâmica de forças que impelem as organizações para configurações diferentes.

A força exercida pelo vértice estratégico no sentido da centralização (coordenação pela supervisão directa), empurra a organização para uma Estrutura Simples.

A força exercida pela tecnoestrutura (coordenação pela normalização dos processos de trabalho) encaminha a organização para uma Burocracia Mecanicista.

A força exercida pelos operacionais (profissionalização para coordenação pela normalização das qualificações de modo a maximizar a sua autonomia) estrutura a organização numa Burocracia Profissional.

A força exercida pelo nível intermédio (linha hieráquica) impulsiona a organização para uma Estrutura Divisionada (balcanização, obter a autonomia na gestão das suas unidades com uma coordenação limitada pela normalização dos resultados).

A força exercida pelo pessoal de apoio (e operacionais no caso da Adhocracia Operacional) impulsiona a organização para uma Adhocracia (colaboração e inovação na tomada de decisão, coordenação pelo ajustamento mútuo).

Vítor Vaz da Silva – Sistemas de Informação – UCP – 200613

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