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supervisor e gerente, e das partes para o todo, dos operários e seus cargos para a organização.

A falta de eficácia que observou em oficinas levou-o a desenvolver a medida dos tempos e o estudo de métodos através da observação das actividades dos operários nos seus postos de trabalho. O método consistia em decompor a tarefa de cada indivíduo nos seus movimentos físicos elementares, que depois de cronometrados eram recompostos de modo a minimizar o tempo de execução centrado no objecto da tarefa.

O taylorismo tem como lema “one and only best way”.

Escola dos Princípios da Administração (Teoria Clássica)

Fayol (Henry, 1841-1925), com uma base conceptual idêntica à de Taylor preocupa-se principalmente com a análise da estrutura hierárquica das organizações, salientando a linha de comando da qual dependeria todo o bom funcionamento da organização. O aumento da eficiência através da forma e disposição dos órgãos competentes da organização (departamentos) e das suas inter-relações estruturais.

A Escola dos Princípios da Administração tem uma abordagem top-down, (catabática, cima para baixo) da direcção para a execução, do todo para as partes, da organização para os departamentos.

Fayol encarava a organização como um corpo em que as suas componentes activas podiam ser divididas em seis funções:

Técnicas – produção de bens ou serviços

Comerciais – compra, venda e permutação

Financeiras – procura e gestão de capitais

Segurança – protecção e preservação dos bens e das pessoas

Contabilidade – inventários, registos, balanços, custos e estatísticas

Administrativas – integração de todas as funções anteriores, coordenando e sincronizando as restantes (planeamento, organização, comando, coordenação e controlo).

Vítor Vaz da Silva – Sistemas de Informação – UCP – 200616

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