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quantidade de mão-de-obra disponível de trabalhadores à procura de emprego nas cidades por terem ficado sem o cultivo de campos e gado. O mercado consumidor inglês também contribuiu como factor importante.

A Revolução Industrial marca uma outra fronteira entre duas eras. O grande salto tecnológico tornou os métodos de produção mais eficientes. Os produtos passaram a ser produzidos mais rapidamente, baixando o preço e estimulando o consumo. Por outro lado, aumentou também o número de desempregados. As máquinas foram substituindo, aos poucos, a mão-de-obra humana. A poluição ambiental, o aumento da poluição sonora, o êxodo rural e o crescimento desordenado das cidades também foram consequências nocivas para a sociedade. Até os dias de hoje, o desemprego é um dos grandes problemas nos países em desenvolvimento. Gerar empregos tem se tornado um dos maiores desafios de governos em todo mundo. Os empregos repetitivos e pouco qualificados foram substituídos por máquinas e robôs. As empresas procuram profissionais bem qualificados para ocuparem empregos que exigem cada vez mais criatividade e múltiplas capacidades. Mesmo nos países desenvolvidos há falta de emprego.

Houve uma evolução tecnológica porque com o auxílio de máquinas, o homem conseguiu produzir outras máquinas com maior precisão, qualidade, robustez, e esse processo ainda não terminou. Por isso há quem diga que houve até à data 3 revoluções industriais. A primeira em que a máquina a vapor substitui os animais no transporte e os homens na produção. A segunda entre 1860 e a Primeira Grande Guerra, em que o petróleo começa a competir com o carvão e a electricidade começa a ser utilizada, e a carga da actividade económica continua a ser deslocada do homem para a máquina. A terceira revolução industrial surge após a Segunda Grande Guerra, e desenrola-se com computadores, robôs e programas que vão invadindo a última esfera humana – os domínios da mente. Agora neste início do século XXI é notório o impacto significativo que tem no modo como a sociedade organiza a sua actividade económica. Adequadamente programadas, estas novas "máquinas inteligentes" são capazes de realizar funções conceptuais, de gestão, de administração e de coordenação, supervisionado o fluxo da produção, desde a extracção da matéria-prima ao marketing e à distribuição do produto final e dos serviços relacionados.

Vítor Vaz da Silva – Sistemas de Informação – UCP – 20063

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