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escreveu 13 dos 27 livros do Novo Testamento, mas durante toda a sua vida, após a conversão, certamente que escreveu muito mais do que apenas estas epístolas, mas isto, não significa que a inspiração estava inerente à sua pessoa de tal modo, que sempre escrevia inspirado.  Mas, é bom lembrarmos que tudo o que nos foi deixado (os 66 livros), somente foi preservado por causa de sua inspiração.

Não podemos acrescentar nada à Bíblia (Dt 4:2; 12:32; Pv 30:5-6; Ap 22:18-19). Deus quer que descubramos o que crer ou fazer segundo a sua vontade somente na Escritura Sagrada (Dt 29:29; Rm 12:1-21). Não existe nenhuma revelação moderna que deva ser equiparada à autoridade da Palavra de Deus. Somente a Bíblia é a nossa única fonte e regra de fé e prática e não novas profecias (leia todo o Sl 119).

6. A Bíblia “Católica” é diferente da Bíblia “Protestante”?

A resposta é um “sim” e um “não”. Sim, pois há de fato pelo menos duas diferenças que podem ser claramente observadas.  A primeira diferença é quanto à sua tradução que difere tanto das versões evangélicas, como entre as católicas. Por que existem tantas Bíblias diferentes? Seria mais correto perguntarmos “porque existem tantas traduções diferentes?” Não existem Bíblias diferentes, como se algumas fossem mais completas do que outras,26 ou algumas falassem coisas que contradizem as demais! O que ocorre é que as Sociedades Bíblicas, que se dedicam à tradução deste tão precioso livro, adotam diferentes teorias de tradução (veja sobre teoria de lingüística).

A segunda diferença é que as “Bíblias Católicas” possuem 7 livros a mais (Tobias, Judite, 1 e 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc) e alguns acréscimos nos livros de Ester e Daniel.27Até a Reforma do século XVI o conjunto de livros da Bíblia era aceito como sendo de apenas 66 livros. Os protestantes começaram a declarar sola Scriptura (somente a Escritura) como única regra de Fé, e apegando-se ao número de livros do Antigo Testamento hebraico (39 livros) e do Novo Testamento grego (27 livros). Então, em reação a esta postura protestante, a Igreja Católica Romana decidiu no Concílio de Trento (1545-1563 d.C.) reconhecer alguns livros como inspirados além dos 66 aceitos. Assim, na 4ª sessão de 08/04/

26 Aqui me refiro entre os 66 livros conforme encontrados nas traduções adotadas pelos protestantes.

27 Catecismo da Igreja Católica, Parte I, cap. II, art. 3. iv, p. 43.

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