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Área Temática: Gestão de Pessoas - page 13 / 15

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carreira em redes está muito mais alinhada, mais em sintonia com as necessidades do nosso tempo, pois possibilita o desenvolvimento de pessoas que têm profundidade e amplitude de habilidades. Esses profissionais apresentam tanto a experiência de especialistas, quanto uma visão mais ampla, do generalista.

Para Kilimnik et al (2006), tudo isso, no entanto, provoca dificuldades consideráveis, trazendo à superfície questões tais como saber administrar a tensão entre a vida profissional e a vida pessoal, e o que isso acrescenta ao entendimento e convicções sobre como se devem gerir as próprias organizações.

  • O

    desenvolvimento de carreira, no contexto atual com um formato que não é linear,

passa pela aquisição, desenvolvimento e melhoria contínua na utilização de competências e habilidades essenciais ao profissional contemporâneo.

  • 3.

    METODOLOGIA

    • O

      presente trabalho é uma pesquisa bibliográfica a respeito do assunto definição de

carreiras dentro de uma estrutura organizacional em redes. Buscou-se comparar vários autores sobre tal assunto devido a sua relevância para o ambiente organizacional. Além de livros foram consultados também sites e dissertações que contribuíram auxiliando na compreensão dos instrumentos de gestão de pessoas utilizados pelos administradores nessa atual fase de reestruturação produtiva pela qual vem passando as empresas.

3. CONCLUSÕES

A partir das definições de carreiras pode-se ter uma melhor visão em relação ao indivíduo e organização. De acordo com a carreira proteana a carreira é gerida pela pessoa, e não pela organização, ou seja, o indivíduo tem total liberdade de gerir a sua própria carreira, a sua maneira, assim como Proteu, que possuía o dom de se transformar a sua vontade. Seguindo essa analogia, o profissional proteano tem independência para administrar sua carreira. Mas, para que tudo ocorra da maneira que se espera, o indivíduo deve ter foco, com objetivos claros e definidos, pois essa liberdade de traçar a sua própria carreira pode causar certa insegurança, pois exige do indivíduo autoconhecimento. A carreira sem fronteira deixa de ser uma relação de emprego, não existe mais hierarquia e estabilidade na carreira. O indivíduo passa a buscar sentido para sua profissão e preocupa-se menos com a organização.

A organização é falha ao definir a carreira do indivíduo quando não permite seu crescimento e desenvolvimento, tanto intelectual, quanto pessoal.

Na carreira desenvolvida em redes, a estrutura hierárquica deixa de ser vertical e piramidal para ser horizontal, onde todos os setores da empresa comunicam-se entre si, não existe mais a centralização de poder. Daí a necessidade das carreiras desenvolverem-se em redes intra-organizacionais, isto é, redes do ambiente interno da organização, e interorganizacionais, caracterizado pelo ambiente externo entre organizações, e a constante qualificação das competências do indivíduo, tanto com uma carreira sem fronteiras ou com uma carreira proteana.

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARTHUR, M. B. The Boundaryless Career: a New Perspective for an Organizational Inquiry. Journal of Organizational Behavior, v. 15, 295-306, 1994. ARTHUR, M. B., CLAMAN, P.H. & DE FILLIPI, R. Intelligent Enterprise, Intelligent Careers. Academy of Management Executive, v. 9, n. 4, 7-39, 1995. BAKER, T. & ALDRICH, H. E. Prometheus Stretches: Building Identity and Cumulative Knowledge in Multiemployer Careers. In: Arthur, M. & Rousseau, D. The Boundaryless Career – a new Employment Principle for a new Organizational Era, New York: Oxford University Press, 2001.

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