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A DANÇA DA QUADRILHA - page 17 / 21

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Textos Escolhidos de Cultura e Arte Populares, vol.4. n. 1, 2007.

do carnê constava impresso o local, a data e, quando necessário, o motivo do evento.

5

Ver carnê de baile do acervo do Museu do 1o Reinado, no Rio de Janeiro.

6

Hamond, 1984.

7

Id., ibid. No texto original referente ao dia primeiro de agosto de 1825: “We did not remain long, as the night was unfavorable but left the young folks dancing a quadrille and cantered home”. Em 16 de agosto de 1825: “(...) A ter we had inished our meal a la française we found on retiring to the drawing room a host of French Officers and the usual ladies fa- ces that I have seen every where since I have been there – They had quadrilling and waltzing (...)”. Agradeço às pesqui- sadoras Maria Inez Turazzi e Laura Pes- soa, que me possibilitaram o acesso aos originais de Hamond, que pertencem ao Museu Imperial de Petrópolis – Casa Geyer.

8

François Ferdinand Philipe Louis Marie D ’Orleans, que se casou com Dona Francisca, irmã mais nova de Pedro II, em primeiro de maio de 1843.

9

Hamond, 1984. Dia 20 de fevereiro.

10

Jornal do Commercio, 13 fev. 1847. Agra- deço a informação ao professor Felipe Ferreira, coordenador do projeto “Bisnagadas e Mascaradas: os elementos visuais do Carnaval como parte integran- te da festa”, que tem o apoio do CNPq e é desenvolvido junto ao Departamento de Ensino da Arte e Cultura Popular do Insti- tuto de Artes da UERJ.

11

Dabadie, 1858. Cheguei a essa fonte gra- ças ao artigo da historiadora Martha Abreu em “Cultura popular e relações de poder nas comemorações do Divino Espírito

Santo no Rio de Janeiro do século 19”. In: Encontros e estudos, 9. Rio de Janeiro: Iphan, CNFCP, 2005.

12

Les promeneurs débouchent des rues et se répandent ça et lá, bayant à l’ illumination, écoutant le bruit infernal des musiciens en plein vent, contemplant les exercices d’ Hercule ou les quadrilles licencieux d’une populace en liesse. De dix à onze heures les familles honnêtes se retirent (...) La fête alors tourne à l’orgie”. (Dabadie, 1858: 14).

13

“O Catete, bairro do bom-tom, da elegân- cia, do espírito, da aristocracia – o faubourg Saint-Germain do Rio de Janei- ro – tinha salões onde ecoavam canções em francês”. (Priore, 2005: 134).

14

A Assembléia Estrangeira era uma socie- dade privada, restrita às pessoas da elite, a primeira grande sociedade promotora de bailes que, em 1835, eram mensais. A sede ficava no Largo do Valdetaro, próximo ao atual Museu da República. A partir de 4 de outubro de 1845 o Cassino Fluminen- se substitui em importância a Assembléia Estrangeira. (nota 112 redigida por Paulo Berger, apud Hamond, 1984: 89).

15

Referêncais encontradas nos carnês de baile da segunda metade do século 19, em Pinho (1946: 286) e na seção “Festas e Saraus” do jornal A Estação.

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Correio Mercantil, 13 out. 1866.

17

Pinho, 1946.

18

Playford [1651], 1933.

19

Vega (1987) informa que o maestro da corte francesa Isaac d’Orleans levou a country dance inglesa para Paris e a difundiu nos salões, entre 1685-1688, tornando-se ali a mais popular dança do século 18.

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