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representações que compõem o imaginário social de determinada temporalidade (PESAVENTO, 2006). Para este historiador, a Literatura seria a marca de historicidade necessária para refletir sobre a sensibilidade das pessoas de outro tempo.

No caso deste trabalho, discutimos por meio de um texto literário questões de gênero que nos remetem a sociedade brasileira do início do século XX. Como pudemos notar, o ano de uma obra diz muito sobre ela, a definição da época em que foi produzida e lançada revela o mundo histórico de que faz parte. O Quinze é de 1930, portanto, Rachel de Queiroz ao criar o tempo de 1915 na sua narrativa trouxe consigo aqueles elementos que caracterizavam a sua época tratada neste artigo.

Referências Bibliográficas

DUARTE, Constância Lima. Feminismo e literatura no Brasil. Estudos avançados. São Paulo, v. 17, n. 49, 2003 . Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103- 40142003000300010&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 12 Abril 2008.

FAUSTO, Boris. História do Brasil. 8ª ed. São Paulo: Edusp, 2000.

MELO, Lígia Albuquerque de. Gênero: da omissão à invisibilidade. In: XII Encontro Nacional de Estudos de Populacionais. São Paulo: 2000.

MENEZES, Cynara. Leia entrevista de Rachel de Queiroz concedida à Folha em 1998. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 21 de abril de 2008.

PESAVENTO, Sandra Jatahy. História & literatura: uma velha-nova história. Colóquio Nuevo

Mundo

Mundos

Neuvos,

n.

6,

2006.

Disponível

em:

<http://nuevomundo.revues.org/document1560.html>. Acesso em 6 de outubro de 2007. QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. 82ª Ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006.

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