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Não sei dançar

À primeira vista, percebe-se um poema em versos brancos e livres, em que a estrofação é irregular, notando-se a preocupação gráfica do poeta. O “eu-lírico”, impossibilitado de dançar (“Não sei dançar”), observa o baile carnavalesco tão brasileiro, onde tipos humanos dos mais diversos, como o japonês que mistura idiomas (“acugelê banzai”), a arrumadeira, o ex-prefeito, a filha do usineiro e a crioula imoral mesclam-se num mesmo ambiente, esquecendo-se da situação de seu país.

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