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Estrela da manhã

O poema Estrela da manhã introduz e dá nome ao livro. Permanece o emprego de versos livres e brancos. O “eu-lírico” anseia pela estrela da manhã perdida e roga por ela com insistência, num tom de ladainha, chegando a pedir ajuda. Não se importa caso ela venha degradada ou pura, ou se tenha se perdido em outras mãos, ele a esperará com festas (“mafuás, novenas, cavalhadas”); fará sacrifícios (“comerei terra”) e será poeta (“direi coisas de uma ternura tão simples”).

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