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Momento num café

Ato maquinal, ritualístico, sem qualquer tipo de identificação. Já na segunda estrofe, o homem solitário, além de olhar para o morto também o saúda. São duas ações que se sucedem. Isto é reforçado pela aditiva e com a qual se inicia o 12º verso: “e saudava a matéria que passava”. É como se os demais apenas cumprimentassem o morto, enquanto que o outro o felicitava pela “conquista”.

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