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O sujeito do poema (Desencanto) apenas espera a morte, uma vez que falta a esperança. Ele também se mostra aflito e resignado ao declarar que sua vida é sem fim e sem objeto. O sujeito aqui é um sujeito em falta, em disjunção com qualquer objeto, o que configura um estado de espera tensa (dói viver quando falta a esperança).

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