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OS SAPOS

Não há dúvida do caráter metalingüístico desse texto, que procura discutir como a poesia não deveria ser. O poema se inicia com uma cena em que alguns sapos saem da penumbra e se põem a conversar. Tomam a palavra o sapo-boi, o sapo-tanoeiro, o sapo-pipa – metáforas para o que podemos chamar de “tipos” de poetas.

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