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OS SAPOS

A metade das estrofes do poema representa a fala do sapo-tanoeiro (parnasiano aguado), que passa a descrever o seu cancioneiro, a sua poética. Durante essa fala são descritos preceitos da poética parnasiana. Por fim, a situação descrita é a do sapo-cururu, que se destaca dos demais (longe dessa grita (...) / e solitário é) e pode ser visto como o poeta  não-parnasiano

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