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D1. HISTÓRIA E INTRODUÇÃO ÀS ARTES - page 1 / 21

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D1. HISTÓRIA E INTRODUÇÃO ÀS ARTES

1. INTRODUÇÃO

· Arte e História

A História é a apresentação, sob forma de narrativa ou de exposição sistemática, dos

acontecimentos de qualquer natureza, ocorridos no passado. Compreende não apenas o estudo

dos acontecimentos políticos e militares que constituem a vida, por assim dizer, externa das

nações e dos estados, mas também o conhecimento das idéias morais ou religiosas, dos usos,

das formas de civilização artística, literária ou científica, próprias de cada povo e que, na

verdade, explicam sua evolução e sua influência.

2. A ARTE NA HISTÓRIA

Boa parte das expressões artísticas do homem pré-histórico encontravam-se nas cavernas.

As tintas eram preparadas com certas substâncias, por exemplo, o ocre, misturadas à gordura de

animais, sangue e água. Pontas de ossos, pedras e madeiras, ramos amassados ou arranjos de

penas e pêlos serviam de pincéis. A qualidade porosa das pedras das grutas favorecia a retenção

de materiais nelas aplicados, conservando intactas durante longo tempo, as manifestações

artísticas primitivas.

Não há dúvida de que, desde o início, a arte ligou-se intimamente à magia. O objeto

principal dessa arte eram os animais. Os caçadores pré-históricos acreditavam, certamente, que

ao retratar os exemplares da caça pretendida, nas pinturas das cavernas, podiam dominá-los

com maior facilidade e segurança.

As fase mais avançadas do Paleolítico revelam expressões notáveis de pintura, pequenas

esculturas e gravações em pedra. O homem torna-se um exímio observador dos animais caçados

e de outras forças da natureza, às quais empresta sentido mágico e ritualista.

· Música Primitiva

O medo dos fenômenos naturais, a necessidade de defesa, a ânsia de comunicação,

provavelmente levaram os primeiros homens a movimentar-se e emitir sons em forma ritmada.

Quem sabe, os primeiros rudimentos da dança e música expressavam revolta ou sujeição,

alegria da vida ou terror da morte, vitórias ou derrotas. Mas o homem também aprendeu a

produzir outros sons: bateu com os pés no chão, com os punhos no peito, com madeira ou osso

em outro objeto. Inventava” a expressão o tambor e daí a criar outras famílias de

instrumentos musicais o sopro e corda foi questão de tempo e evolução técnica. E uma

característica acompanhou a música, por longo tempo: não era praticada em separado, mas

sempre aliada a alguma cerimônia religiosa ou mágica. Os instrumentos, os gritos, os gestos, os

cantos, serviam para a comunicação tribal, para a guerra, para avisar sobre os perigos ou

espantar os animais, para evocar o auxílio das divindades ou afastar os espíritos nefastos. A

elaboração e os instrumentos evoluíam.

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