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D1. HISTÓRIA E INTRODUÇÃO ÀS ARTES - page 3 / 21

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ou madeira. Os artistas procuravam reproduzir com fidelidade as feições dos mortos, a fim de

facilitar o trabalho da alma na busca do seu corpo. Para maior perfeição do trabalho,

incrustavam nos olhos, pupilas de cristal ou de esmalte branco.

De maneira geral, nas esculturas de sarcófagos predominavam a “frontalidade” (o corpo apresentado de frente), a “verticalidade” (o tronco e o pescoço na posição vertical), e a “simetria” (divisão da obra em duas partes, através de uma linha). Raramente as figuras

fugiam à postura “Hierática”; quando expressavam algum movimento, apresentavam a perna

esquerda em posição de avanço.

· Pintura Egípcia

A pintura egípcia era profundamente impregnada de elementos religiosos. Os trabalhos

nesse campo tinham uma função decorativa e retratavam sobretudo, cenas da vida diária. A

pintura complementava a escultura ou decorava as grandes superfícies dos edifícios. Nas

figuras, os olhos e ombros aparecem de frente, embora o resto do corpo de perfil; o faraó é

sempre muito mais alto que o sacerdote ou militar, o cortesão, o servo, o inimigo derrotado.

Mas é menor do que o deus que personificava na terra, segundo os egípcios. Não se utilizavam

gradação, mistura de tonalidades, nem claro-escuro. As cores mais comuns são cinza e azul,

além do preto. No teto azul dos templos, as estrelas estão representadas por pequenos pontos

luminosos.

· A ARTE PERSA

A Arte Persa é muito pouco original. Nesse campo, os persas assimilaram as produções

dos povos vizinhos. A finalidade da arte persa era reproduzir a vida do rei, para engrandecê-lo.

Com o mesmo objetivo, construíram palácios imensos e luxuosamente decorados, com jardins

internos para divertimento dos soberanos. Alguns destes palácios foram cavados na rocha,

como o dos egípcios. Os persas trabalhavam também com muita habilidade, a arte do relevo, a

ourivesaria e a decoração em ladrilhos esmaltados. Devemos ainda citar, as ruínas de duas das

principais cidades do império, “Persépolis” e “Susa”, que testemunharam seu grande

desenvolvimento artístico.

· A Música no Antigo Oriente

A invocação, magia e lazer eram do ponto de vista musical, características que o Oriente

guardava como vestígios de uma música milenar, que se transformou com o passar dos séculos,

sem contudo perder essas características.

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Na antigüidade, o homem fazia música pelo que sabemos, somente por alguns

instrumentos fixados em esculturas, achados em escavações, através de pinturas e desenhos,

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