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No Reino Unido, o National Asylum Support Service financia as autoridades locais na organização de cursos de línguas e iniciativas de integração profissional para refugiados.

Na Suécia, as autoridades locais cooperam com o Integrationsverket (Serviço Nacional de Integração) na gestão de programas de introdução, formação linguística e apoio aos imigrantes recém-chegados na procura de emprego.

Na Dinamarca foram criados sistemas de orientação e uma rede de apoio para as mulheres oriundas de minorias étnicas que perderam o contacto com as respectivas famílias na sequência de casamentos forçados. As mulheres em questão recebem apoio prático e orientação para ingresso numa actividade educativa ou de formação profissional ou para procura de emprego. Em 2002, o governo dinamarquês lançou o programa “Espaços urbanos para todos” que envolve cinco projectos de quatro anos com incidência na integração de novos refugiados e imigrantes em programas de habitação.

O Governo Federal Belga deu o seu apoio aos “Planos de Diversidade” em empresas e em certos departamentos da função pública.

Na Alemanha, no Land da Renânia do Norte-Vestefália, foi lançada em Junho de 2002 uma campanha de informação “Imigrantes: uma oportunidade para as empresas e a administração”, com o objectivo de melhorar a situação dos jovens de famílias imigrantes, dando-lhes perspectivas de formação e de trabalho. Em Berlim, foi lançado um segundo projecto “Berlim - Cidade da Diversidade” com o objectivo de introduzir nas escolas e serviços de saúde a aquisição de competências em matéria de diversidade e nãodiscriminação.

Na Grécia, está previsto um programa operacional para os imigrantes com orçamento de 260 milhões de euros (2003-2006). Principais vertentes do programa: fornecer serviços de informação, orientação e apoio para os imigrantes; desenvolvimento e promoção de oportunidades de integração no mercado de trabalho; integração cultural; melhoria dos cuidados de saúde e da medicina preventiva para categorias específicas de imigrantes; criação de estruturas de apoio para dar resposta a necessidades urgentes de acolhimento e alojamento temporário.

Em França, foi criado o “contrat d'accueil et intégration” (contrato de acolhimento e integração) para os imigrantes recém-chegados, o qual inclui cursos de língua francesa e formação cívica.

Nos Países Baixos existem programas de integração para os imigrantes recém-chegados e para os que já residem há mais tempo no país.

No Luxemburgo, serão lançados programas de introdução e campanhas de sensibilização tendo em vista as próximas eleições locais, a fim de facilitar a participação dos imigrantes na vida cívica e política.

Em alguns casos, as medidas tomadas têm de ser objecto de acompanhamento, a fim de se poder aferir do respectivo impacto. Por exemplo, o plano dinamarquês procura combinar uma nova prestação pecuniária para as famílias de imigrantes com medidas

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