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LexUriServ.do?uri=COM:2003:0773:FIN:PT:DOC - page 16 / 227

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Quanto maior for o período em que se vive com baixos rendimentos e em mais elevado risco de pobreza e exclusão da actividade social, cultural e económica, mais acentuado é o risco de extremo isolamento social. Em todos os países, pelo menos metade das pessoas em risco de pobreza em 2001 vivia com baixos rendimentos há já muito tempo, ou seja, o seu rendimento era inferior a 60% da mediana nacional no ano em questão e pelo menos em dois dos três anos anteriores (isto é, 1998-2000). Na Grécia e Portugal, onde a taxa de risco de pobreza é muito elevada, duas em cada três pessoas com rendimentos inferiores ao limiar de pobreza viviam, em 2001, em risco de pobreza persistente. Em média, na UE, 9% da população era persistentemente pobre em 2001.

Figura 1.Taxa de risco de pobreza, total e persistente - 2001

Nota: Não existem dados disponíveis relativamente à pobreza persistente na Suécia.

Fonte: ECHP-UDB (Painel dos Agregados Familiares das Comunidades Europeias), Eurostat, versão de Junho de 2003

O diferencial mediano relativo de pobreza - isto é, a diferença entre o rendimento mediano dos pobres e o limiar de 60%, expressa em percentagem deste limiar - mede a distância que entre o rendimento das pessoas em risco de pobreza e o limiar. Este é um importante indicador para completar a medida per capita do risco de pobreza, porquanto fornece informações sobre “o grau de pobreza dos pobres”.

Em 2001, o diferencial mediano do risco de pobreza era de 22% a nível da UE. Significa isto que metade das pessoas em risco de pobreza tinha um rendimento inferior a 78% do limiar de risco de pobreza, ou 47% do rendimento mediano.

Figura 2.O diferencial mediano do risco de pobreza, 2001 (%)

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