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LexUriServ.do?uri=COM:2003:0773:FIN:PT:DOC - page 18 / 227

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Fonte: ECHP-UDB (Painel dos Agregados Familiares das Comunidades Europeias), Eurostat, versão de Junho de 2003

Da análise anterior decorre que o risco de pobreza monetária se manifesta de várias formas em simultâneo. Os países com o risco mais elevado de exposição a pobreza em termos de rácio per capita, seja medido num determinado momento ou ao longo de um período, apresentam frequentemente também o diferencial relativo de pobreza mais acentuado. Este é o resultado de amplas distribuições de rendimento na base, combinadas com padrões de vida relativamente baixos.

A medida do risco de pobreza incide na parte inferior da distribuição do rendimento. É também interessante olhar para a distribuição global do rendimento medida, por exemplo, pela posição do quintil inferior relativamente ao do grupo de topo. Em 2001, o rendimento equivalente total auferido pelo quintil de rendimento superior foi 4,4 vezes o recebido pelo grupo mais pobre. Os rácios oscilam entre os 3,1 na Dinamarca e os 6,5 em Portugal (Quadro 6 do Anexo Estatístico). A classificação dos países é bastante idêntica quando se considera o coeficiente de Gini, que é uma medida sumária da distribuição global do rendimento (Quadro 7). Digno de nota é o facto de as desigualdades de rendimento parecerem ter diminuído (ou permanecido estáveis) no período 1995-2001 em todos os países, à excepção dos nórdicos que, tradicionalmente, se caracterizam já por reduzidos diferenciais de rendimento.

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