X hits on this document

Word document

LexUriServ.do?uri=COM:2003:0773:FIN:PT:DOC - page 25 / 227

521 views

0 shares

0 downloads

0 comments

25 / 227

disparidades entre homens e mulheres. No conjunto da UE, as taxas de desemprego de longa duração são mais elevadas para as mulheres do que para os homens, ainda que o contrário se verifique na Finlândia, Irlanda, Suécia e Reino Unido.

Considerado à escala da UE, o desemprego de longa duração diminuiu gradualmente do pico de 4,9% registado em 1995 para 3% em 2002, com os resultados mais positivos a verificarem-se na Irlanda e na Espanha: entre 1995 e 2002, a Espanha em mais de metade a taxa de desemprego de longa duração, fixando-a em pouco menos de 4%, enquanto na Irlanda, o desemprego passou de 8% para 1,3%.

Figura 8.Taxa de desemprego de longa duração, 1995 e 2002

Fonte: Eurostat, Inquérito às Forças de Trabalho da UE (LFS)

A ilustrar o facto de que ter um emprego é, de longe, a forma mais eficaz de prevenir o risco de pobreza e exclusão social estão os dados da Figura 9, segundo os quais apenas 7% da população com emprego (e 6% dos trabalhadores por conta de outrem) na UE viviam abaixo do limiar de risco de pobreza em 2002, por oposição a 38% dos desempregados e 25% dos inactivos. Na Irlanda, Itália e Reino Unido, cerca de uma em duas pessoas desempregadas estão em risco de pobreza. Os pensionistas estão particularmente expostos ao risco de pobreza na Grécia e na Irlanda, enquanto na Dinamarca, Irlanda e Reino Unido, outras pessoas economicamente inactivas apresentam elevado risco de pobreza.

Figura 9. Risco de pobreza e actividade mais frequente, 2001

25

Document info
Document views521
Page views521
Page last viewedSat Dec 03 07:51:37 UTC 2016
Pages227
Paragraphs2435
Words105696

Comments