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LexUriServ.do?uri=COM:2003:0773:FIN:PT:DOC - page 27 / 227

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(Figura 10). Esta percentagem era mais elevada na Bélgica (14%), seguida do Reino Unido (11%). Invariavelmente, as mulheres são mais propensas do que os homens a viver em agregados familiares sem emprego.

Há indícios de alguns progressos neste domínio. A proporção de adultos em idade activa em agregados familiares sem emprego diminuiu entre 1995 e 2002/2003 na maioria dos países, com declínios particularmente importantes na Irlanda, nos Países Baixos e na Espanha.

Figura 10.Pessoas no grupo etário 18-59 em agregados familiares sem emprego, 2002

Fonte: Eurostat, Inquérito às Forças de Trabalho da UE (LFS)

Particularmente preocupantes são as situações das crianças que crescem em agregados sem emprego, uma vez que a ausência do modelo de adulto trabalhador poderá ser um factor susceptível de afectar no futuro os resultados das crianças na esfera educativa e laboral. Em 2002, a percentagem de crianças a viver em agregados familiares sem emprego era ligeiramente mais elevada do que a dos adultos no escalão etário mais produtivo (9,9%), mas as variações entre os países são mais acentuadas, oscilando entre menos de 3% no Luxemburgo e mais de 17% no Reino Unido.

A proporção de crianças em agregados familiares sem emprego diminuiu em muitos países e de forma considerável na Irlanda e na Espanha.

Figura 11.Crianças a viver em agregados familiares sem emprego, 1995 e 2002

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