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LexUriServ.do?uri=COM:2003:0773:FIN:PT:DOC - page 28 / 227

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Fonte: Eurostat, Inquérito às Forças de Trabalho da UE (LFS)

Coesão regional

Todos os indicadores que foram até agora analisados são calculados a nível nacional. Porém, as diferenças territoriais fazem-se sentir não apenas entre os países, mas também no interior dos mesmos. É importante compreender cabalmente a natureza e a situação de pobreza e exclusão social a nível subnacional para poder formular e aplicar políticas eficazes de combate a estes fenómenos. Por exemplo, poderá ser particularmente útil distinguir entre áreas rurais e urbanas. Infelizmente, porém, imperativos de fiabilidade estatística dificultam uma repartição regional da maior parte dos indicadores comuns da UE. Acresce que não existe, à escala da UE, uma definição aceite de regiões para além das que obedecem a critérios administrativos e políticos (a classificação NUTS).

Um indicador alternativo de coesão social nas regiões é representado pela dispersão (coeficiente de variação) das taxas de emprego ao nível NUTS2. Os valores mais baixos de coesão regional verificam-se na Itália, seguida a alguma distância da Espanha. A Itália revela igualmente poucas melhorias desde 1996, enquanto que no conjunto da UE parece haver alguma convergência das taxas de emprego regionais. As regiões do Objectivo 1 viram as respectivas taxas de emprego aumentar a um ritmo mais acelerado do que outras: entre 1996 e 2002, o número de pessoas com emprego nessas regiões registou um acréscimo superior a 5% da população em idade activa contra 4% no resto da UE. No entanto, a proporção da população em idade activa com emprego continua a ser marcadamente mais baixa nas regiões do Objectivo 1 (56,2% em 2002) do que noutras (66,7%).

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