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LexUriServ.do?uri=COM:2003:0773:FIN:PT:DOC - page 67 / 227

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Melhoria dos serviços de urgência (Portugal, França).

Adaptar os serviços às necessidades das populações mais desfavorecidas

A adaptação da organização dos cuidados às necessidades prioritárias das populações mais desfavorecidas é a segunda grande prioridade das políticas que têm por objectivo o acesso de todos aos cuidados necessários à sua saúde, incluindo no caso de dependência.

Algumas destas necessidades são particularmente evidenciadas e são objecto de reforço dos dispositivos existentes relativos a:

cuidados médicos a crianças e adolescentes (Alemanha);

deficiências, dependência dos idosos (Grécia, Itália, Espanha, Países Baixos e Suécia);

perturbações psíquicas (Espanha, França, Grécia, Países Baixos, Suécia, Reino Unido);

tratamento do alcoolismo e da toxicodependência (Dinamarca, Suécia, Alemanha).

Desenvolver o rastreio, a prevenção das doenças, a sensibilização e a educação para a saúde para todos, com atenção especial às pessoas e grupos mais pobres

Alguns Estados-Membros apresentam estratégias exaustivas a este respeito:

A França prevê a renovação dos seus planos regionais de acesso à prevenção e aos cuidados, mobilizando os profissionais da saúde, as ONG e as instituições e gerando acções múltiplas, tais como: medida dos riscos infecciosos, prevenção das toxicodependências, luta contra o saturnismo, consideração acrescida dos problemas de saúde mental dos jovens em dificuldade. Prevê igualmente prosseguir o programa intitulado “ateliers santé ville”, permitindo a identificação nos bairros em dificuldade de necessidades específicas juntamente com a população e os profissionais, bem como o reforço da coordenação.

A Bélgica e a Espanha comprometem-se a desenvolver estratégias intersectoriais de prevenção e educação para a saúde dirigidas a grupos de risco.

Vários Estados-Membros dão relevo às acções que incidem na saúde das crianças e das mulheres grávidas, com as seguintes medidas fortemente centradas nos grupos sociais desfavorecidos:

Medidas para reduzir a incidência do número de bebés que nascem com pouco peso nos grupos socioeconómicos mais desfavorecidos, através de acções de educação sanitária durante a gravidez (alimentação, álcool, tabaco) e do incentivo às visitas médicas pré-natais (Irlanda).

Incentivo financeiro às visitas médicas regulares para as crianças e suas mães (Áustria, França).

Desenvolvimento da medicina escolar preventiva: rastreio, vacinação, detecção de perturbações psíquicas ou de linguagem (França, Áustria, Países Baixos).

Programa de educação sexual na escola, visando reduzir a taxa de gravidez das adolescentes, importante factor de risco da pobreza (Dinamarca).

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