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LexUriServ.do?uri=COM:2003:0773:FIN:PT:DOC - page 70 / 227

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Reforçar a intervenção precoce: é amplo o reconhecimento da importância crítica da aprendizagem nos primeiros anos. No entanto, apenas alguns países apresentam uma política sistemática da provisão de cuidados e aprendizagem a crianças em idade pré-escolar, enquanto outros tendem a encarar esta questão apenas como um apoio às mães trabalhadoras ou às famílias e não como uma oportunidade de aprendizagem para todos, em especial as crianças com origens desfavorecidas. É necessário garantir a criação de um sistema de rastreio em todos os países para identificar (potenciais) dificuldades de aprendizagem, por forma a prevenir problemas e assegurar uma intervenção precoce na primeira infância. Uma abordagem deste tipo requer uma cooperação permanente e estruturada entre os sectores da saúde, educação e sociais.

No seu PAN, a Dinamarca sublinha a necessidade de iniciar cedo a aprendizagem como forma de quebrar o negativo legado social. O reforço de aptidões básicas como a comunicação acompanhada da aprendizagem de línguas numa fase precoce e as competências numéricas, sociais, culturais e cívicas começam nos primeiros anos de infância. Deste modo, são realçados os esforços coordenados nos jardins de infância. O Reino Unido salienta a importância das iniciativas locais integradas nos primeiro anos de aprendizagem através do programa Surestart. A Suécia alargou a provisão da educação pré-escolar, pelo que mais crianças provenientes de famílias sem emprego e imigrantes têm acesso aos jardins de infância. A Alemanha concentra-se em expandir o sector que acolhe o grupo etário 0-3 e melhorar a qualidade dos cuidados e da educação ministrados às crianças. A Irlanda dá relevo ao programa Early Start.

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