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LexUriServ.do?uri=COM:2003:0773:FIN:PT:DOC - page 72 / 227

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na escola e afecta fundos para desenvolver as competências básicas de leitura, escrita e matemática;

reforçar os serviços de apoio a alunos com dificuldades (Finlândia, França, Irlanda) e as estruturas de orientação e consultoria educativas (Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda);

melhorar os apoios escolares através do desenvolvimento de medidas de assistência no trabalho de casa (Dinamarca), criando oportunidades extra-escolares (Reino Unido) e centros de estudos em horário pós-lectivo;

desenvolver a formação de professores em inclusão social (Dinamarca, Grécia, Portugal) e reforçar os laços entre as escolas e os pais e a participação destes últimos (Dinamarca, Espanha, Itália, Irlanda);

ultrapassar as barreiras à plena participação nas escolas decorrentes dos custos associados, incluindo a compra de equipamento e a participação em actividades externas (Bélgica, Espanha, Países Baixos, Reino Unido);

desenvolver abordagens integradas das desvantagens educativas a nível local, nomeadamente através de áreas de acção educativa (Reino Unido) ou da melhoria das escolas em zonas segregadas (Suécia).

Do vasto conjunto de medidas destacado pelos Estados-Membros, resulta evidente que o papel das escolas está a mudar e que estas cada vez mais assumem uma missão mais ampla de apoio. Estão a tornar-se comunidades de aprendizagem, abertas a um amplo leque de outros tipos de apoio. Isto pressupõe a participação de todos os parceiros necessários no seu trabalho e o desenvolvimento de uma visão inclusiva da escola. As diferentes medidas salientam também a necessidade de uma coordenação reforçada entre os diferentes níveis de administração. Desde modo, são necessários sistemas de programação coerentes para fixar objectivos, acompanhar a aplicação e avaliar os progressos, em particular no que se refere ao abandono escolar precoce, um problema que envolve vários sectores.

Solucionar o problema do abandono escolar precoce: vários Estados-Membros dão especial atenção aos jovens que abandonam o ensino precocemente. Grande parte da ênfase recai sobre a prevenção do problema através do tipo de medidas anteriormente referidas, designadamente a melhoria da dimensão social e intercultural da gestão e dos procedimentos escolares, de um acompanhamento individual aperfeiçoado e de apoio aos que estão em risco de abandono. Neste contexto, são realçadas a promoção de laços mais estreitos entre o ensino geral e a educação associada a um emprego (França) e, para os que não podem voltar a ser inseridos no sistema de ensino regular, o reforço das ligações entre os programas de aprendizagem e de trabalho (Países Baixos). No caso dos Países Baixos, a necessidade de uma abordagem global e da mobilização de diversos organismos é tão importante como o desenvolvimento de respostas integradas na Bélgica. A Irlanda, através de um programa de conclusão do ensino, tem directamente como alvo os jovens em risco de abandonar o sistema escolar e, neste âmbito, discrimina positivamente as crianças e os jovens em risco de o fazerem precocemente.

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