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Qualidade de vida, terceira idade e atividades físicas - page 5 / 12

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Qualidade de vida, terceira idade e atividades físicas

  • O

    processo da pesquisa teve, inicialmente, uma fase

exploratória onde foram delineados caminhos para o trabalho de campo.

Fizeram parte da amostra 18 (dezoito) moradores do município de Holambra, próximo a Campinas, conhecido pelo seu comércio de flores e pela descendência holandesa de seus moradores e 34 (trinta e quatro) indivíduos da terceira idade, de ambos os sexos, alunos da Universidade da 3ª. Idade da PUC-Campinas, que, voluntariamente, quiseram participar da pesquisa. O total de indivíduos pesquisados foi 52 (cinqüenta e dois).

Os sujeitos da pesquisa foram informados que:

  • não haveria riscos, de qualquer natureza, para os participantes;

  • os dados obtidos seriam utilizados exclusivamente com finalidade científica, mantendo-se o anonimato dos respondentes;

  • os sujeitos teriam a liberdade de se recusar a participar ou retirar o consentimento, em qualquer fase da pesquisa;

  • não haveria despesas para a participação na pesquisa;

  • a pesquisa poderia ser suspensa caso os sujeitos da amostra, não assinassem o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido;

  • haveria o retorno dos dados obtidos após a conclusão da pesquisa às instituições de origem.

Os indivíduos selecionados foram submetidos a um questionário (anexo) a partir de um roteiro constituído por 02 questões de identificação do respondente, 01 questão sobre o significado de qualidade de vida e 08 questões relacionadas à prática de atividades físicas.

Os dados coletados através dos questionários foram categorizados e analisados, buscando responder às questões propostas no início deste trabalho.

Segundo Minayo (1994, p. 70), “a palavra categoria, em geral, se refere a um conceito que abrange elementos ou aspectos com características comuns ou que se relacionam entre si”.

Barros e Lehfeld (2000) apontam que antes de se passar à fase de interpretação, o pesquisador precisa examinar os dados, analisando-os criticamente, observando falhas, distorções e erros. Assim, foram selecionados os dados passíveis de análise e interpretação que passaram pelos seguintes passos: classificação, codificação e a tabulação.

Na fase de classificação, as respostas foram agrupadas em torno de determinados conceitos, estabelecidos a partir do instrumento de coleta de dados.

Como categoria geral, elegeu-se a “representação social” dos sujeitos a respeito da qualidade de vida. As categorias específicas referem-se aos objetivos de cada questão presente no questionário.

Na fase de codificação, os dados levantados foram transformados em elementos quantificáveis e envolveram o número de pessoas que responderam a cada questão, em cada

Na fase

de

tabulação,

apresentados

em

forma de

item.

os dados obtidos foram síntese das respostas e

categorização em tabelas.

A seguir, foi realizada a análise e interpretação das respostas.

A análise dos dados representa o esforço do investigador de estabelecer as conexões, mediações e contradições dos fatos que constituem a problemática

pesquisada.

Mediante

este

trabalho,

vão

se

identificando as determinações fundamentais e secundárias do problema. É no trabalho de análise que se busca superar a percepção imediata, as impressões primeiras, a análise mecânica e empiricista, passando- se assim do plano pseudoconcreto ao concreto que expressa o conhecimento apreendido da realidade. É na análise que se estabelecem as relações entre a parte e a totalidade. (FRIGOTTO, 1989, p. 88)

  • O

    tratamento dos dados foi efetivado através de

procedimentos qualitativos e quantitativos. Os procedimentos quantitativos envolveram o uso de porcentagens. Os procedimentos qualitativos envolveram a análise de conteúdo das respostas e sua interpretação. Esta análise interpretativa apóia-se em três aspectos fundamentais:

a) nos resultados alcançados no estudo (respostas aos instrumentos, idéias dos documentos etc.); b) na fundamentação teórica (manejo dos conceitos-chaves das teorias e de outros pontos de vista); c) na experiência pessoal do investigador. (TRIVIÑOS, 1987, p.173)

A partir da análise dos dados, são apresentadas, a seguir, as conclusões da investigação, separadamente, e, no final, uma conclusão geral.

Motriz, Rio Claro, v.12, n.3, p.217-228, set./dez. 2006

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