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CONSIDERAÇÕES SOBRE A PEREGRINATIO AETHERIAE

processio, repromissio, resurrectio, sacramentum, saeculares (“leigos”), sanctus, consecro (“consagrar uma igreja”), scriptura, septimana, septimana maior, spiritus, uirgines (= parthenae), uirtutes (=miracula).

Ernout no início do artigo, com a intenção de separá-los das duas categorias referidas, chamou atenção para dois outros tipos de helenismos:

a) os nomes que Etéria explica ou traduz, certamente porque os sentia como estranhos, pouco familiares: aputactita, ascitis, cathecisis, come, encenia ou enceniae, eortae, licinicon, monazontes, parthenae;

b) meras transcrições “qu’on ne saurait considérer comme des emprunts”: archiotepa (-tipa), genesis, mesopotamenus, siriste, bem como alguns nomes próprios (Anastasis, Eleona, Imbomon). Dos nomes próprios, especialmente geográficos, que a autora transcreveu como ouviu – “sans pouvoir adapter leur forme à leur fonction gramaticale” – falaremos na morfologia.

Ernout não estuda os nomes próprios. Aliás, Van Oorde também não os arrolou e assim justifica essa exclusão:

Nomina propria utpote parum ad Latinitatem Aetherianam spectantia operi meo inserenda non putaui. Accedit quod fere omnia externa sunt quodque uiri clarissimi, qui nouum Lexicon Latinitatis medii aevi componendum moderantur, operis sociis praeceperunt ne nomina propria curarent (Oorde, 1963, p. 15).

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