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CONSIDERAÇÕES SOBRE A PEREGRINATIO AETHERIAE

Arrolou-os, porém, Hélène Pétré na sua edição do Itinerarium Aetheriae, p. 277-280: Alexandria (3, 8-9, 6), Anastasis (24, 1-24, 3-24, 4 etc.) Antiochia (17, 3-18, 1), Egyptus (3, 8-5, 9-7, 1, etc) Eleona (25, 11-30, 2-30, 3, etc), Eufrates (Euphrates) (18, 2-18, 3), Hisauria (Isauria) (22, 2-23, 1), Martyrium (27, 3-30, 6-30, 2 etc.), Moyses (2, 2-3, 5-3, 6 etc.), Ponpeiopolis (23,1), Tharso (22, 1-22, 2-23, 1-23, 6) etc...

O levantamento de Ernout mereceria alguns reparos e um confronto com a classificação de cristianismos da escola holandesa. Adotamo-lo, porém, pela validade do conjunto e porque satisfaz ao objetivo deste capítulo.

4. Até aqui tratamos especialmente de palavras lexicográficas. Das palavras gramaticais preferimos falar no capítulo seguinte.

Um outro enfoque do léxico eteriano poderá dar-nos uma visão menos fragmentária e, afinal, nos apontar a preferência da autora por “classicismos” ou “vulgarismos”. Entendemos que é preciso considerar a tradição escrita em que os especialistas têm arrolado elementos populares (tanto nos autores profanos, quanto nos cristãos), sem, contudo, perder de vista a continuidade românica.

Volto, então, aos preliminares que Coseriu estabeleceu ao tratar do vocabulário latino-vulgar (Coseriu, 1956p. 54-63).

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