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CONSIDERAÇÕES SOBRE A PEREGRINATIO AETHERIAE

Na Peregrinatio ocorrem inúmeros exemplos de ae, e para representar a pronúncia vulgar |e| considerada um rusticismo e condenada pelos gramáticos. Com o ditongo oe, de origem diferente e muito menos freqüente, deu-se igual tratamento. Os editores não acompanham sempre o Codex Aretinus, que aqui transcrevemos: estimare (2,1), quedam (3,1), cepimus (coepimus) (3,2), ecclesie (3,4), etate (3,4), aque (4,2), cepit (coepit) (4,5), quecumque (4,5), Faranite (6,2), edificauerunt (7,6), domine (12,7), cede (caede) (14,3),  heramento (aeramento) (14,2), amenissimam (15,2), amenum (15,2), greco (15,3) etc. etc.

1.4 –M final

O –m final ocorre no texto de maneira muito confusa, o que comprova o artificialismo da grafia que tenta refazer um traço fônico há muito desaparecido, fato que os gramáticos latinos, as inscrições e as línguas românicas confirmam.

Alguns exemplos: planissima (1,1) (A5 e F-W-P e H: planissimam); a(d) montem (6,3) (A e H-P e F-W: a monte); ecie (13,1) (=etiam, P, H, F-W), uenisse (17,1) (A, H, F-W; P: uenissem); subito (43,5) (P, H, F-W: subitum); de passionem (37,5) (A e H; P e F-W: de passione); ciuitate (36,3: A, H, F-W; P: ciuitatem); postmodu (27,3: A; P, H, F-W: postmodum); statiua (23,2: A, H, F-W; P: statiuam); accedere (22,2: A,

5 A – Codex Aretinus; F-W – Franceschini-Weber; P – Pétré; H - Heraeus

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