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CONSIDERAÇÕES SOBRE A PEREGRINATIO AETHERIAE

a hipótese da origem hispânica de Etéria e o decantado caráter vulgar da obra, esperava-se trauessare de acordo com o tratamento regular na Ibéria de *uessare (português e espanhol), ao contrário de *uersare de outras regiões da România (francês verser, italiano versare, rumeno värsa) (Maurer, p. 62).

5. Prótese

Na Peregrinatio (12,1) ocorre a forma hispatium (spatium) que atesta no latim vulgar a prótese de um i-/e- diante do grupo inicial s (ou z em palavras gregas) + consoante.

6. Baluis / ualuis

Em 43,7 o texto eteriano documenta baluis, lição do Codex Aretinus que Heraeus e Franceschini-Weber mantiveram. Pétré, seguindo Geyer, escreve ualuis.

A partir do século I os textos vulgares atestam fartamente confusões de grafia entre b e u. Confronte-se Appendix Probi: “baculus non uaclus”, “uapulo non baplo”, “plebes non pleuis”, “tabes non tauis”, “tolerabilis non tolerauilis”, “alueus non albeus”

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