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CONSIDERAÇÕES SOBRE A PEREGRINATIO AETHERIAE

1.4 Riquíssimo material de pesquisa oferecem as palavras gregas e os hebraísmos helenizados. Entendemos que a esse respeito será necessário distinguir entre substantivos comuns e substantivos próprios (ver cap. II).

Do ponto de vista morfológico, a Peregrinatio nos apresenta:

a) nomes gregos ou hebraísmos helenizados que se adaptaram inteiramente à declinação latina;

b) nomes que se mantêm invariáveis, especialmente nomes próprios hebraicos, que não se enquadram nos padrões mórficos latinos: Bethleem (25,8 – 25,12 – 39,1 – 42), Choreb (Horeb) (4,1 – 4,2), Faran (Pharan) (2,4 – 5,11 – 5,12), Iacob (7,7 – 20,10 – 20,11 – 21,1 – 21,4), Iericho (10,1 – 10,4 – 12,4 – 12,11), Imbomon (Inbomon) 25,4 – 36,1 – 39,3 – 40,1 – 43,3 – 43,5), Melchisedech (13,4 – 14,2 – 14,3 – 15,5), Nabau (10,1 – 10,8 – 10,9 – 11,3 – 11,4 – 12,1), Sion (Syon) (25,6, 25,11 – 27,5 – 27,6 – 27,7 – 29,1 – 29,2 – 37,1 – 39,2 – 39,4 – 39-5 – 40,2 – 41 – 43,2 – 43,3 – 44,3), Syna (1,1 – 2,7 – 3,1 – 3,2 – 3,6 – 4,8 – 6,3 – 9,6), etc;

c) nomes que ora se flexionam à latina ou à grega, numa espécie de declinação mista, onde, não raro, ocorrem terminações anômalas (talvez variantes gráficas), ora se mantêm invariáveis: Thebaidam (9,1) e Thebaidem (9,6);

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