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CONSIDERAÇÕES SOBRE A PEREGRINATIO AETHERIAE

sanctum Abraam (14,2), sanctus Abraam (14,3) e Sancti Abrahae (20,3); cathecisin (46,3) e cathecisen (46,4);

d) acusativos gregos fossilizados em –in, -en, -im: cathecisin (46,3), Ponpeiopolim (23,1), Ramessen ciuitas (8,1), flumine Eufraten (18,2) e fluuium Eufraten (18,2) (cf. maior est Eufrates, 18,2);

e) nomes da 3ª declinação grega que se incorporaram à 1ª declinação latina através do acusativo singular em α (alfa), como absida, hebdomada, spelunca.

No artigo sobre os helenismos da Peregrinatio, Ernout faz referência a certos nomes próprios, sobretudo geográficos, que Etéria transcreveu como ouviu, sem empregar o caso que a construção gramatical exigiria. E conclui desse emprego indevido:

L’observation précédente permet de conclure qu’elle n’a pas appris le grec, et qu’elle n’en sait que ce qu’elle a pu apprendre oralement au cours de son voyage. (Ernout, 1954, p. 291)

O assunto merece um exame mais demorado, que deverá levar em conta os itens que apontamos e certas construções, comuns na Peregrinatio, mas na verdade amplamente atestadas em latim. Algumas, como o nominativo independente da construção rigorosamente gramatical e o chamado acusativo grego fossilizado, são freqüentíssimas no latim tardio. Isto, porém, refere-se mais especialmente à

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