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CONSIDERAÇÕES SOBRE A PEREGRINATIO AETHERIAE

Peregrinatio Aetheriae e a Formação do Cristianismo

A Península Ibérica foi um reduto acolhedor do Cristianismo. Assim, a sua vocação cristã ficou bem indicada no renascentista Luís Vaz de Camões, em seu poema épico Os Lusíadas, narrando a viagem em busca das terras do Oriente e a luta em defesa do Cristianismo contra os mouros: Mas o Mouro, instruído nos enganos/ Que o malévolo Baco lhe ensinara,/ De morte ou cativeiro novos danos,/ Antes que à Índia chegue, lhe (ao Capitão Vasco da Gama) prepara(...) (Canto I, 97)

No século XV, Portugal conseguiu expulsar os mulçumanos da sua região, mas mantiveram os princípios do Cristianismo, mesmo sob a dominação árabe. O romance de Alexandre Herculano nos dá uma versão sobre esta conflituosa convivência em Eurico, o Presbítero.

Como se vê, a importância da narrativa Peregrinatio Aetheriae ad loca sancta, escrita por uma freira da Galiza, discorrendo sobre as suas viagens à Palestina, não é tão

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