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CONSIDERAÇÕES SOBRE A PEREGRINATIO AETHERIAE

15,3: cepos tu agiu Iohanni, id est quod uos dicitis latine hortus sancti Iohannis.

27,1: remanent dies quadraginta et unus qui ieiunantur, quod hic appellant eortae, id est quadragesimas.

30,1: septimana paschale, quam hic appellant septimana maior.

46,5: superat illa una septimana paschalis, quam hic appelant septimana maior.

16,1: Vidimus ciuitatem sancti prophetae Heliae, id est Thesbe, unde ille habuit nomen Helias Thesbites.

Só neste último exemplo, deixado de propósito para o fim, ocorre um desvio dos outros aqui examinados. Note-se, porém, que “habere nomen”, (cf. “haver nome”) pertence à mesma área semântica de dicere e appellare.

Observe-se que o nominativo predicativo é quase sempre um substantivo, o que levou Ernout a considerar uma “extensão abusiva” o emprego de ingens em 1,2.

Bechara, estudando esse emprego, observou-lhe o uso na língua familiar e “seu curso vitorioso no latim tardio” (Bechara, 1963, p. 8-9). Trata-se de construção antiga no latim, como observou Ernout:

Dans cet emploi, le nominatif était la construction ancienne; mais il fut habituellement remplacé para l’accusatif ou le datif d’attraction qui paraissaient plus réguliers (Ernout-Thomas, 1953, p. 13).

6. Há ocasiões em que as repetições como que independem da autora. São uma decorrência da própria narrativa. Na segunda parte da Peregrinatio (24-29), por

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