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CONSIDERAÇÕES SOBRE A PEREGRINATIO AETHERIAE

Egerius, -ii, m., nom d’un frère de Tarquin l’Ancien: Liv. 1,34

Não registra, porém, Aetheria ou Etheria.

Entre nós trataram da matéria Evanildo Bechara e Ênio Aloísio Fonda, em artigos que comentaremos adiante.

De nossa parte, entendemos que a discussão sobre o verdadeiro nome tem seu interesse histórico e até lingüístico, mas não contribui em nada para esclarecer problemas referentes ao latim da obra; entendemos, com Bechara, que Aetheria (Etheria) e Egeria são formas independentes, devendo ser afastada, por falta de fundamento científico, a hipótese de um único étimo (Bechara, 1965, p. 332).

Mas modernamente a forma Egeria tem logrado maior aceitação.

1.4 Sobre a pátria da nossa autora há três hipóteses: a) a Gália Narbonense (Gamurrini e Meister, que localiza o mosteiro de Etéria em Arles ou Marselha); b) o noroeste da Hispânia, perto do oceano (D. Férotin) e c) a Galiza (Zacharia García, S.J., 1910).

Este último, com eruditíssima argumentação, discute quatro trechos que os autores têm utilizado diferentemente na defesa de suas hipóteses:

1ª) o trecho da Peregrinatio (19,5) em que o bispo de Edessa diz à peregrina:

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