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CONSIDERAÇÕES SOBRE A PEREGRINATIO AETHERIAE

e hispanismos levantados por D. Férotin e Anglade – estou-me valendo das referências de García – são precaríssimos e, na verdade, pertencem ao fundo latino comum. Voltaremos a este assunto adiante.

1.5 Quanto à cronologia, outra questão dificílima, a critica moderna tende a situar a obra em fins do século IV e princípios do V. Aqui têm a palavra historiadores e liturgistas, já que o texto nos oferece referências históricas e litúrgicas de certa importância para essa localização, tais como:

1) Peregr. 42: “die quadragesimarum post pascha...”

A festa da Ascensão do Senhor começou a ser celebrada já na segunda metade do século IV;

2) Peregr. 45 e 46: a preparação imediata para o batismo se restringiu, a partir do século IV, à Quaresma;

3) Peregr. 20,12: “locus ille, filia, quem requires, decima mansione est hinc ... in Persida ...; sed modo ibi accessus Romanorum non est; totum enim illud Persae tenent”. A cidade de Nísibe foi abandonada por Joviano aos persas em 363;

4) Construção e consagração das igrejas do Lazarium, do Gólgota e de Sião, todas anteriores a 363;

5) A igreja de Getsêmani construída por Teodósio em torno de 380;

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