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CONSIDERAÇÕES SOBRE A PEREGRINATIO AETHERIAE

O certo é que dessa peregrinação de cerca de três anos essa mulher satis curiosa nos legou uma preciosa fonte de informações lingüísticas, históricas e litúrgicas.3

2. O texto

O texto que utilizamos no início de nossas anotações sobre o Peregrinatio foi o de Hélène Pétré. Depois conseguimos as edições de Heraeus, Geyer e de Franceschini-Weber. Com grande mágoa não pudemos consultar outras edições de que tomamos conhecimento através de referências bibliográficas ou de recensões. Também não temos notícia da edição de Denys Gorce com tradução e comentário, referida por Weber (1952).

O exame das lições do Codex Aretinus no registro filológico de algumas daquelas edições; a leitura de algumas recensões críticas, como a de Christine Mohrmann à edição de Hélène Pétré; as notas contundentes de Weber, que pôde controlar a fidelidade das colações de Geyer com o microfilme do manuscrito (ibidem), nos possibilitaram o confronto dessas “variantes” com as opções dos autores – único recurso a nosso alcance.

3 Peregr. 16,7: “Communicantes ergo et ibi, gratias agentes Deo semper regressi sumus in Ierusolimam, iter facientes per singulas mansiones, per quas ieramus tres annos”.

( Peregr. 17,1: “Item in nomine Dei, transacto aliquanto tempore, cum iam tres anni pleni essent, a quo in Ierusolimam venisse...”

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