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CONSIDERAÇÕES SOBRE A PEREGRINATIO AETHERIAE

Também aqui, as palavras, breves locuções e giros de frase arrolados não são todos apenas hispânicos.

Mais recentemente tomamos conhecimento das recensões do padre J. Geraldes Freire, catedrático da Universidade de Coimbra, trabalhos citados na bibliografia.

3.2 No Brasil escreveu-se mais sobre a Peregrinatio. Há, primeiro, inúmeras referências à obra em Serafim da Silva Neto, História do Latim Vulgar (p. 116-18) e Fontes do Latim Vulgar (p. 11, 50, 87, 98, 99, 185); Theodoro Henrique Maurer Jr., Gramática do Latim Vulgar (p. 24, 62, 87, 88, 89, 99, 139, 189, 190, 191, 195, 198, 207, 208, 262, 277, 280) e O Problema do Latim Vulgar (p. 26, 27, 33, 105, 142); Silvio Elia, Preparação à Lingüística Românica (p. 42 e 43).

Mas há trabalhos específicos sobre os quais faremos breves comentários. Ei-los, em ordem cronológica:

1º - EVANILDO BECHARA, Estudos sobre a sintaxe nominal na Peregrinatio Aetheriae. Trabalho apresentado para o concurso de provimento da Cátedra de Filologia Românica da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade do Estado da Guanabara, Rio de Janeiro, 1963, 45 páginas mimeografadas.

Bechara não pretendeu fazer um levantamento exaustivo do emprego dos casos na Peregrinatio. O seu propósito foi trazer à discussão aqueles empregos que atestam o tom

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