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CONSIDERAÇÕES SOBRE A PEREGRINATIO AETHERIAE

os elementos básicos referidos no capítulo anterior.

O Lexicon Aetheriae de Van Oorde, de que Ernout também se utilizou, nos facilita uma visão geral daquele vocabulário e uma análise de freqüência vocabular, que, ressalvadas as inconveniências de um procedimento meramente estatístico, tem seu valor para apontar objetivamente certas tendências da autora. Como oferece um levantamento exaustivo, o número de ocorrências e exemplificações, essa obra utilíssima se tornou de consulta obrigatória. Mas é um ponto de partida. É preciso, com a indispensável leitura do texto, estudar esse vocabulário “por dentro” como fizeram entre outros – com orientações diferentes – Ernout, Christine Mohrmann e, mais recentemente, Vermeer e Bastiaensen, na linha semasiológica da escola de Nimegue.

É nosso desejo voltar a esse assunto num velho plano – talvez pretensioso demais para nossos recursos – de estudar o latim dos “itinera hierosolimitana”.

Neste capítulo, porém, bamos limitar-nos a alguns aspectos do vocabulário da Peregrinatio Aetheriae dentro dos objetivos de nosso trabalho: examinar o latim dessa obra em face das discussões, que persistem, sobre latim clássico, vulgar e latim cristão.

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