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as iniciativas ligadas à filantropia. Outro índice importante para medir o investimento social privado é o mapeamento anual realizado pelo Grupo de Institutos, Fundações e Empresas - GIFE. Segundo essa pesquisa, entre seus 90 associados foram realizados um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em 2005, em 2,2 mil projetos envolvendo quatro mil entidades que beneficiam cinco milhões de pessoas.

                           O problema atual é que com as marcas parecendo commodities as empresas também estão começando a tratá-las como tal. Com isso, os lucros caem. A solução para este problema é construir marcas (AAKER, 2000). E para isso as empresas devem criar valor duradouro na mente do cliente. As marcas têm que sair da confusão e do comum do mercado criando um impulso.

                            As estratégias de comunicação também são fundamentais para que uma marca seja forte. E atualmente, mídias comuns como televisão, rádio e impresso nem sempre resolve. A propaganda na mídia é um veículo passivo que necessita de mais intensidade. Atualmente, necessitamos de mídias alternativas que possam construir relações entre a marca e o consumidor. As marcas fortes de amanhã vão compreender e utilizar mídias interativas, respostas diretas, promoções e outros recursos que oferecem experiências de construção de relações. (PRINGLE e THOMPSON, 2000).

                           Essas relações devem trazer benefícios emocionais para os compradores. Essas vantagens agregam credibilidade e riqueza ao uso da marca. O benefício emocional de uma marca faz com que o consumidor, na hora da compra ou do uso, sinta alguma coisa, uma experiência inesquecível.

                           Mas, as necessidades dos consumidores foram mudando ao longo do tempo, até chegar à demanda atual, a sustentabilidade. Há décadas atrás vivíamos um período em que o consumo era impulsionado pela aquisição de bens materiais. Carros novos, televisões e geladeiras identificavam a classe econômica e social que a pessoa pertencia. Hoje, as necessidades da população mudaram. Os consumidores compram aquilo que lhes trará mais felicidade e auto-realização. A Hierarquia das Necessidades de Maslow é um bom exemplo de como as carências dos consumidores foram evoluindo ao longo dos anos. Segundo  Maslow à medida que as necessidades de subsistência fossem sendo supridas, a população vai querendo novas opções, outros horizontes. A Hierarquia das Necessidades é uma pirâmide, a base são as necessidades fisiológicas (fome e sede); logo depois as de segurança; sociais (noções

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