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Revista Querubim – revista eletrônica de trabalhos científicos nas áreas de Letras, Ciências Humanas e Ciências Sociais – Ano 03 Nº 05 – 2007

ISSN 1809-3264

02) Troque idéias com o professor ou a professora e os colegas de classe e escreva o significado das palavras em destaque nestas frases do texto:

a)

O rei disse que o palácio estava cheio de ladrões astuciosos .

b)

Arranjou uma trouxa com a roupa e largou-se.  

c)

O ladrão havia de ser denunciado pelo canto do galo.

d)

O adivinho explicou a manobra.   

03)Lendo o primeiro parágrafo do texto “Adivinha, adivinhão!”, ficamos conhecendo quem é a personagem principal do texto e uma parte de sua história. O que se conta sobre essa personagem nesse parágrafo?

04)Essa personagem tem um objetivo e uma série de fatos colaboram pra que ela consiga alcançá-lo. Continue escrevendo os fatos que se sucedem na história, até a personagem fazer a sua primeira “adivinhação” e descobrir quem são os três ladrões que fazem o primeiro roubo no palácio do rei. Use frases curtas.

05) Num segundo momento o adivinho consegue descobrir os autores do outro roubo no palácio. a) Que estratégia o “adivinho” usa para descobrir os ladrões? b) O que ele pensa ao adotar essa estratégia?

06) No primeiro momento, o acaso colaborou para que o “adivinho” descobrisse os culpados e convencesse o rei de suas habilidades. E no segundo momento, você acha que o acaso também ajudou? Por quê? Troque idéias com os colegas de classe.

Na maioria das vezes, o professor reflete através das perguntas produzidas sua própria leitura do texto. De seis perguntas referentes à história, quatro delas se prendem a ela, ou seja são respondíveis somente com a leitura do texto, suspendendo a comunicação entre professor-aluno. A segunda questão utiliza o texto como pretexto para a aquisição de vocabulário, o que não é ruim, mas também não é garantia de aprendizado, além de camuflar o verdadeiro objetivo da questão com a frase “Troque idéias com o professor ou a professora e os colegas de classe”.

Além do mais, os alunos não podem ter como recorrer ao texto para responder as perguntas escritas e orais (e na atividade as perguntas vieram abaixo do texto). Por isso, eles não conseguem pôr no papel o que foi discutido oralmente.

No fragmento transcrito abaixo, retirado da entrevista, comprova-se que o problema não está só na pré-leitura, o problema se encontra também na ordem como as questões são expostas para os alunos:

Pesquisador: Nas avaliações que você apresenta, mesmo naquelas que são enviadas pra casa, eu percebo que a última questão é a que faz o aluno se expor, talvez seja o momento de começar a inverter essa posição e colocar questões intermediárias de exposição pra ele criar, porque ele tá percebendo, por um diagnóstico bem superficial, R, ele tá percebendo que ele trabalha com o texto, mas se eu tiver dez questões, nove delas são presas ao texto, uma delas vai permitir a saída e a resposta dessa saída ela é sempre simplória, o aluno já está cansado, ele vai responder sempre diretamente e com um resumo muito maior do que das outras.

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