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Revista Querubim – revista eletrônica de trabalhos científicos nas áreas de Letras, Ciências Humanas e Ciências Sociais – Ano 03 Nº 05 – 2007

ISSN 1809-3264

Revista Speak Up, ano XIX, n. 235

“(...) His wife has cancer and he is very upset about this, but the group doesn’t discuss it: instead there is a quiet respect and understanding in their silence. (…)” – p. 8

Rachel Roberts.

“(…) she’s smart and very unassuming (…).” – p. 23

Anne Hathaway.

Revista Speak Up, ano XII, n. 187

“(…)It’s a very romantic lifestyle (…)” – p. 9

Joseph D’Angeli

“(…)It’s the most ridiculous thing in the world that a fossil fuel company have a flower for their logo, but, you know, branding is everything and they think that, through doing that, people will be happier to give them their money but the fact is that, you know, these companies do next to nothing for the planet…

Yes, Madonna, or whoever else, Bob Marley, might have triggered that in you but it’s you that’s having that experience and we need to turn the spotlight away from this great big external thing that we need to aspire towards and we need to turn the spotlight on ourselves and acknowledge how great we are, as individuals”. – p. 15

Katherine Ramsland

“(…)The sinister ones, I guess, are the ones who are practicing psychic vampirism intentionally.

And this isn’t a physical being in the room; this is just the astral essence of the vampire that was present.” – p. 21


Revista Speak Up, ano XII, n. 191

“(…)I don’t like listening to people grumble about how tough their lives are when they earn millions of pounds and do what they love for a living” – p. 12

Will Champion

IV. Conclusão

Através da análise comparativa realizada entre os verbos ‘ser/estar’ e o verbo ‘to be’, com base na gramática funcional de Halliday, pode-se dizer que nem todas as propriedades que definem as orações intensivas atributivas na língua inglesa se adaptam por completo às orações na língua portuguesa – a não reversibilidade, por exemplo.  Nas propriedades das orações intensivas identificadoras, entretanto, não foi encontrado nenhum problema, pois o que é aplicável à língua inglesa tem se adaptado à língua portuguesa.

A verdade é que, dificilmente, as regras que se aplicam a uma língua, serão de igual modo aplicáveis a uma outra.  Não existe uma exata correspondência entre as duas línguas em questão – português e inglês.  A língua inglesa possui apenas um verbo – ‘to be’, em contraste com o português, que possui dois verbos – ‘ser’ e ‘estar’, mas isto não significa

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