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Carlos Gomes de que já foram feitas gravações comerciais:

Chantecler, 1958 – Niza de Castro Tank, Manrico Patassini, Paulo Fortes/ Armando

Belardi (relançada em CD sob selo Continental);

Sony, 1995 – Plácido Domingo, Verónica Villaroel, Carlos Álvarez/ John Neschling

(registro do espetáculo na Ópera de Bonn dirigido por Werner Herzog);

Existem também quatro integrais pirata:

EJS, 1964 – João Gibin, Gianna d'Angelo, Piero Capuccilli/ Francesco Mollinari-Pradelli no Municipal do Rio;

UORC, 1970 – Sérgio Albertini, Castro Tank, Costanzo Mascitti/ Armando Belardi;

Masterclass, 1970 – Assis Pacheco, Dalka Azevedo, Lourival Braga/ Santiago

Guerra;

Voce, 1980 – Benito Maresca, Áurea Gomes, Paulo Fortes/ Mário Tavares.

Enquanto contou com o patrocínio do Banco Sudameris, a empresa São Paulo ImagemData teve condições de gravar, em CD e vídeo, algumas das óperas de Gomes encenadas na Ópera Nacional de Sófia. Não se trata de gravações comerciais, e sim de registros para distribuição a bibliotecas e instituições públicas, incluindo rádios e televisões educativas. O primeiro título, em 1996, foi Il Guarany, com Roumen Dóikov, Krassimira Stoiánova, Niko Issákov e a regência de Júlio Medaglia.

Existe, do Guarani, a tradução para o português, feita pelo poeta paranaense C. Paula Barros. O conde Afonso Celso, presidente da Academia Brasileira de Letras, promoveu a sua apresentação, em forma de concerto, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, em 7 de junho de 1935. O compositor Francisco Braga regeu a récita, de que participaram Demetrio e Alzira Ribeiro, e Asrúbal Lima. A encenação foi feita no mesmo teatro, em 20 de maio de 1937. ângelo Ferrari regia um elenco em que os papéis principais eram interpretados por Reis e Silva, Carmen Gomes e Sílvio Vieira. Dessa vez, porém, Ítala Gomes Vaz de Carvalho, filha do compositor, foi para os jornais protestar contra uma tradução que, a seu ver, desvirtuava a obra do pai e, na polêmica que se seguiu, contou com o apoio de todos os conservadores opostos à ópera cantada em tradução. No quarto CD do álbum da Secult, dedicado a trechos de ópera, o leitor encontrará o dueto “Peri! Senhora... Sinto uma força indômita”, cantado em português por Márcia Aliverti e João Augusto de Almeida. E constatará que a tradução de Paula Barros é muito bem feita e, provavelmente, terá muito bom rendimento cênico se encenada integralmente.

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